Num contexto nacional em que há perto de 730 mil casas vazias (80 por cada pessoa sem-abrigo), a maior parte sem estar nem no mercado de venda nem de arrendamento, em que há 2 milhões de pessoas em situação de pobreza, a habitação continua a ser olhada mais como um negócio do que como um dir….
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Manifestações pelo Direito à Habitação, em 6 cidades a 1 de Abril.
Num contexto nacional em que há perto de 730 mil casas vazias (80 por cada pessoa sem-abrigo), a maior parte sem estar nem no mercado de venda nem de arrendamento, em que há 2 milhões de pessoas em situação de pobreza, a habitação continua a ser olhada mais como um negócio do que como um direito humano.
Em Braga, 1500 pessoas marcharam pela Habitação
Manifestação em Braga
Partilhamos uma intervenção anarquista no Porto, da União Libertária:
Intervenção Anarquista na manifestação no Porto.
A @ptrevolutiontv esteve em Lisboa e recebemos audios dos momentos em que aconteceram as “confusões” com a polícia.
Denunciamos a atitude irresponsável e abusiva dos polícias que detiveram (e não “protegiram”, como foi dito nos jornais) duas companheiras dentro de um estabelecimento comercial e que pôs em perigo dezenas de pessoas, incluindo manifestantes e outros polícias. Declaramos que a polícia não nos protege nem nos representa, enquanto continuar a trabalhar para defender um sistema baseado na desigualdade e na exploração. Se as forças de autoridade não são capazes sequer de garantir o exercício coletivo da democracia (que, na verdade, nunca foi o seu propósito) e de resolver uma situação de perigo por elas criada e escalada, a única solução que defendemos é a da abolição da polícia. Vamos continuar a gritar “Solidariedade acima da propriedade!”
Enquanto isso estamos aqui na Praça que ainda insiste em ser Do Império! Questionando e reparando os tais Brasões – Padrões que absurdamente foram ressaltados e resgatados como história deste país Portugal! Performance e debates para juntix refletirmos e jamais calar… “Nós não somos poucos, estamos é muito espelhados”
También ves nacientes de agua reventados y el aceite y gasolina de las máquinas filtrándose al suelo.
Y te das cuenta en directo que este modelo de grandes instalaciones renovables en lugares naturales y rurales es un despropósito. Un crimen ambiental que nos están imponiendo a golpe de expropiación. Una transición energética que beneficia a grandes capitales privados y vacía más aún el rural.
Este vídeo está grabado desde las obras del Parque #Eólico#Acibal de Norvento Enerxía. En directo impresiona, porque ves la dimensión de las pistas que abren, las toneladas de tierra removida, las piedras levantadas… Demasiada superficie de suelo productivo rico destrozado para siempre, pues recordemos que el suelo NO es #renovable y los estamos perdiendo a un ritmo alarmante, tal como están avisando los expertos en edafología.
Desejos Compulsivos — A Extração do Lítio e as Montanhas Rebeldes aborda a problemática existente entre extrativismo e exaustão, produtividade e burn-out, atravessando diferentes escalas. Com curadoria de Marina Otero Verzier, a exposição toma como ponto de partida os planos de extração de lítio em curso no Norte de Portugal e as lutas suportadas pelas comunidades locais, pelas suas vidas e direitos. Batalhas que enfatizam, no que tem sido descrito como “colonialismo verde”, o desenvolvimento do “futuro da bioenergia”, envolvem demasiadas vezes a expropriação de comunidades e a degradação de ecossistemas.
Desejos Compulsivos – Conversa com Cheila Colaço Rodrigues, G.I.T. — Grupo de Investigação Territorial e Marina Otero Verzier
No dia de abertura foi exibido o filme Montanha Invertida, presente na exposição, seguida de um debate aberto à participação sobre os efeitos dos projetos de mineração previstos para o Norte de Portugal.
Moderada pela curadora Marina Otero Verzier, contou com a presença de Cheila Colaço Rodrigues, em representação da associação XR e Minas Não e o coletivo G.I.T. — Grupo de Investigação Territorial, responsável pela produção do filme.
As lutas fazem-se na galeria do porto também! ✊ incrível a diversidade e a qualidade artística da exposição contra a destruição da vida. Até 29 de Maio no Porto. “Morto?”
Escondem que está implantado um modelo especulativo que deseja obter o máximo benefício no menor tempo possível.
Se as grandes empresas pudessem instalar todas as placas esta tarde, ficariam felizes da vida. Não lhes importa as pessoas, a biodiversidade, os ecossistemas. … As comunidades mais pobres e menos desenvolvidas são as que vão arcar com os custos dessa má política energética.
“Casas Para Viver” Manifestação em Braga a 1 de Abril
Manifestações pelo Direito à Habitação, confirmada em 6 cidades a 1 de Abril.
Um conjunto de 20 colectivos e organizações do distrito de Braga estão a convocar uma manifestação pelo Direito à Habitação para o dia 1 de Abril, às 15h, com concentração junto ao Coreto da Avenida Central, em Braga, seguida de marcha pelo centro históri